sábado, 12 de março de 2011

A Morte de Hiran Escrita nas Estrelas

Trata-se aqui de um detalhe especificamente correlacionado ao Rito Escocês Antigo e Aceito, onde existem as chamadas “Colunas Zodiacais”. Isso significa, nada mais nada menos, que o caminho do Sol. Dessa forma, a Lenda de Hiran, ― quando e enquanto narrada através da ótica do Rito Escocês Antigo e Aceito, ― admite uma interpretação que propicia a todos vivenciar a morte do Mestre através de uma metáfora astronômica.
Ora, imaginemos que Hiram represente o Sol. O que nos narra a lenda? Narra-nos que o primeiro Companheiro atinge o Mestre com uma régua de 24 polegadas ― imagem das 24 horas que dura cada revolução diurna: primeira disposição do tempo que, após a exaltação do Sol, atenta contra o mesmo, na medida em que se aproxima a noite.
O segundo ferimento é feito com um esquadro de ferro, instrumento este onde figura a intercessão de duas linhas retas, a dividirem em quatro partes iguais o círculo zodiacal, cujo centro significa o coração de Hiram, onde se juntam os quatro ângulos que dividem o círculo zodiacal por quatro estações. Novo ciclo. Nova distribuição de tempo.
O terceiro Companheiro o fere mortalmente na testa com um golpe de malho, cuja forma cilíndrica lembra-nos um anel, ou melhor, um ano, terceira distribuição do tempo, cuja conclusão coincide com o último golpe na existência do Sol.
Indo mais longe, poderíamos figurar Hiram como o Sol ― OSIRIS. ISIS, sua viúva, a Loja, emblema da TERRA, e HORUS, seu filho ― filho de OSIRIS, filho da LUZ, como FILHO DA VIÚVA, o franco-maçom, o iniciado que habita a Loja, o filho da viúva e da Luz.
O que nos diz a Abóbada Celeste? Hiram, prestes a sair do Templo, está às portas do Ocidente. É precisamente o que faz o Sol, supondo que este astro tome por domicílio o signo do cordeiro, no primeiro dia da primavera, evidentemente, no Hemisfério Norte. No último dia do Verão, ― véspera de sua morte, ― estará em Libra, signo da balança, descendo para o horizonte pela Porta do Ocidente.
Ora, examinando a posição que Áries toma no Oriente, veremos, perto dele, o grande Órion, de braço erguido, tendo um maço na atitude de feri-lo. Ao Norte, vemos Perseu, armado, como que pronto a dar um golpe. Temos, então, que o assassinato de Hiram, tomado no estilo figurado ou alegórico, se faz similar à paixão de Osíris, produto da imaginação dos Sacerdotes Astrônomos, que objetivavam narrar o caminho do Sol, identificando-o com o destino do homem, numa escala do micro para o macrocosmo.

fonte : internet 



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sexta-feira, 11 de março de 2011

ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL !

Sobre a Estação Espacial Internacional...  http://i.usatoday.net/tech/graphics/iss_timeline/flash.htm

 Depois da animação terminada, clique na tabela do lado direito, para identificar cada parte.

ESTAÇÃO ESPACIAL... O QUE SE FEZ EM APENAS 12 ANOS!!!Veja o que aconteceu de 1998 a 2010.

Em apenas doze anos tem crescido mais e mais
Esta é a Estação Espacial Internacional (ISS) .
Observe o diagrama, crescendo pedaço a pedaço.

 Esteja atento às datas, na parte superior esquerda.
Poucos imaginariam quanto a Estação Espacial cresceria até atingir este tamanho.


Enviado Pelo mano Stocco.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Esquadrilha da fumaça em São José dos Pinhas 2011

A população de São José dos Pinhais poderá apreciar um show nas alturas no próximo domingo, dia 13 / 03 / 2011: uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça, pela primeira vez na cidade. O evento, patrocinado pela Prefeitura local, marcará o início das comemorações do aniversário da cidade, que completa 321 anos no dia 19.

A Esquadrilha é esperada na cidade desde o ano passado, quando também seria uma das atrações de aniversário. Devido ao acidente ocorrido com uma das aeronaves do grupo em Lajes (SC), a apresentação teve que ser cancelada. Mas este ano está tudo certo para o show.
“Já faz algum tempo que estamos tentando trazer a Esquadrilha da Fumaça para cá, e agora encontramos o espaço ideal para a apresentação”, conta o chefe da Divisão de Eventos Especiais da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Jackson Douglas de Almeida. Segundo ele, o show torna-se ainda mais imperdível se considerado que devido à instalação da terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena fica incerto o futuro do espaço aéreo da cidade e se a Esquadrilha poderá fazer outras apresentações.

As manobras serão feitas por sete aeronaves da Esquadrilha, e têm duração aproximada de uma hora. “Será uma apresentação única, com novos pilotos que entraram para o grupo”, complementa Almeida.

O evento será realizado no Aeroclube dos 40 e começa às 13h. A entrada é gratuita. Além da Esquadrilha da Fumaça, a banda Ores, uma das vencedoras do festival Sanjo Music, vai animar a primeira das festas dos 321 anos da cidade. No local também haverá uma praça de alimentação.



Apoio : BODES DO AR


                               Entrada  gratuita



Outras apresentações  No sul so País:

Dia 11 de Março de 2011 – Laguna _SC

Dia 12 de Março de 2011 -  Joinville – SC

Dia 21 de Abril de 2011 – Blumenau -SC



Flaps

Os flaps são dispositivos hiper-sustentadores que consistem de abas, ou superfícies articuladas, existentes nos bordos de fuga (parte posterior) das asas de um avião, os quais, quando abaixados e/ou estendidos aumentam a sustentação e o arrasto ou resistência ao avanço de uma asa pela mudança da curvatura (camber) do seu perfil e do aumento de sua área.

Os flaps podem ser usados em dois momentos do vôo:
  1. Durante a aproximação para o pouso, em graduação (ajuste) máxima, permitindo que a aeronave reduza a sua velocidade de aproximação, evitando o estol. Com isso a aeronave pode tocar o solo na velocidade mais baixa possível para se obter a melhor performance de frenagem no solo
  2. Durante a decolagem, em ajuste adequado para produzir a melhor combinação de sustentação (máxima) e arrasto (mínimo), permitindo que a aeronave percorra a menor distância no solo antes de atingir a velocidade de descolagem.
Existem quatro tipos de flap que são utilizados na aeronaves: o simples, ventral, fowler e o fenda. O flap que proporciona o maior aumento no coeficiente de sustentação é o fowler, ele desloca-se para trás e para baixo, aumentando além da curvatura, a área do aerofólio.

Outras concepções mecânicas desse dispositivo incluem os chamados "flaps de bordo de ataque", que se assemelham a uma aba que se desdobra no bordo de ataque. Embora estes últimos não abram fendas para a passagem de ar, eles permitem imprimir um formato mais recurvado a parte frontal da asa e aumentando a sustentação no processo.
Dependendo do tamanho da pista é necessario se setar flaps no modo chamado full, para melhor reação do vento nas asas e precisão em pousos e decolagens.

terça-feira, 8 de março de 2011

Aerodinâmica

A aerodinâmica é o estudo do movimento de fluidos gasosos, relativo às suas propriedades e características, e às forças que exercem em corpos sólidos neles imersos.
De uma forma geral, a aerodinâmica, como ciência específica, só passou a ganhar importância industrial com o surgimento dos aviões e dos automóveis pois estes precisavam se locomover tendo o menor atrito possível com o ar pois assim seriam mais rápidos e gastariam menos combustível.
O estudo de perfis aerodinâmicos, ou aerofólios, provocou um grande salto no estudo da aerodinâmica. Neste início o desenvolvimento da aerodinâmica esteve intimamente ligado ao desenvolvimento da hidrodinâmica que apresentava problemas similares, e com algumas facilidades experimentais, uma vez que já havia tanques de água circulante na época embora não houvesse túneis de vento. George Cayley é considerado o Pai da Aerodinâmica.

Peso

O peso é uma força que é sempre dirigida para o centro da terra: trata-se da força da gravidade. A magnitude desta força depende de todas as partes do avião, mais a quantidade de combustível, mais toda a carga (pessoas, bagagens, etc.). O peso é gerado por todo o avião. Mas nós podemos simplesmente imaginá-la como se atuasse num único ponto, chamado centro de gravidade. Em vôo, o avião gira sobre o centro de gravidade, e o sentido da força do peso dirige-se sempre para o centro da terra. Durante um vôo, o peso do avião muda constantemente à medida que o avião consome combustível. A distribuição do peso e do centro de gravidade pode também mudar, e por isso o piloto deve constantemente ajustar os controles, ou transferir o combustível entre os depósitos, para manter o avião equilibrado.


Sustentação

Para fazer um avião voar, deve ser gerada uma força para compensar o peso. Esta força é chamada sustentação e é gerada pelo movimento do avião através do ar. A sustentação é uma força aerodinâmica ("aero" significa ar, e " dinâmica" significa movimento). A sustentação é perpendicular (em ângulo reto) à direção do escoamento incidente (vento). O escoamento incidente e o sentido/direção do vôo não são necessariamente os mesmos, sobretudo em manobras. Tal como acontece com o peso, cada parte do avião contribui para uma única força de sustentação, mas a maior parte da sustentação do avião é gerada pelas asas. A sustentação do avião funciona como se atuasse num único ponto, chamado centro de pressão. O centro de pressão é definido tal como o centro de gravidade, mas usando a distribuição da pressão em torno de toda a aeronave, em lugar da distribuição do peso.No centro de pressão atuam somente forças. Além do centro de pressão, outro ponto no aerofólio é de grande importância no projeto de uma aeronave: o centro aerodinâmico. Neste, além das forças, surge um momento chamado Momento de Arfagem. O coeficiente de momento de arfagem não varia quando variamos o ângulo de ataque. O coeficiente de momento é um coeficiente adimensional que qualifica e quantifica se, para certo aerofólio, há um momento picante ou cabrante sobre o engaste da asa. Este momento é fundamental, por exemplo, na determinação das cargas
aerodinâmicas para definição da estrutura e para o projeto de sistemas de controle, como o profundor.

Arrasto

À medida que o avião se move através do ar, há uma outra força aerodinâmica presente. O ar resiste ao movimento do avião, e esta força de resistência é denominada arrasto (ou atrito). Tal como a sustentação, há muitos fatores que afetam a magnitude da força de arrasto, como a forma do avião, a viscosidade do ar e a velocidade. E tal como acontece com a sustentação, consideram-se usualmente todos os componentes individuais como se estivessem agregados num único valor de arrasto de todo o avião. O sentido da força de arrasto é sempre oposto ao sentido do vôo, e o arrasto atua através do centro de pressão.
Quando um avião aumenta o ângulo de ataque, aumenta também a sustentação; mas há uma geração de gradientes de pressão adversos. À partir de um certo ângulo de ataque, estes gradientes de pressão adversos resultam no descolamento da camada limite, cuja geração de vórtices de von Kárman caracteriza o fenômeno conhecido como estol. No estol, perde-se sustentação, e o arrasto aumenta significantemente. É por este fato que, na fase de decolagem de um aeromodelo, não se deve fazê-lo subir em ângulo muito acentuado. Algumas aeronaves, principalmente aquelas com projeto de cauda em T, correm o risco de sofrerem "deep stall" (estol profundo), pois a esteira gerada na asa durante o estol cobre o estabilizador horizontal, fazendo-a perder capacidade de controle e impedindo que a aeronave retorne para sua atitude inicial. Por este motivo, além disso, aeronaves acrobáticas devem possuir um projeto de empenagem que garanta a saída do estol e parafuso. Aeronaves com sistemas de controle mais complexos, como os caças e jatos comerciais, em geral possuem sistemas automáticos para proteção de estol, como o "shaker" e o "pusher".

 

Empuxo

Para superar o arrasto, a maioria de aviões tem algum tipo de propulsão para gerar uma força chamada empuxo. A intensidade da força de empuxo depende de muitos fatores associados com o sistema de propulsão:
  • O tipo de motor;
  • O número de motores;
  • O ajuste da aceleração;
  • A hélice
  • A velocidade.



O sentido da força de empuxo depende de como os motores estão colocados no avião. Na figura mostrada acima, dois motores a jato estão posicionados sob as asas, paralelos à fuselagem, com a força atuando ao longo da linha central da aeronave. Em alguns aviões (tal como o Harrier) o sentido do impulso pode ser orientado para ajudar o avião a descolar numa distância muito curta. Para os motores de jacto, pode parecer confuso considerar que a pressão do avião é uma reação ao gás quente que se escapa da turbina. O gás quente é expelido pela parte traseira, originando uma força de reação em sentido contrário: o empuxo. Esta ação-reação é explicada pela terceira lei do movimento formulada por Newton.
Os motores mais conhecidos são os motores de explosão (Ciclo Otto) e os motores a jato (Ciclo Brayton). Mas também se utilizam motores elétricos e motores de foguete. Os motores elétricos e de explosão atuam usualmente por intermédio de hélices. Os motores a jacto e de foguete atuam pela força da reação.
Um planador é um tipo especial de avião que não tem nenhum motor. Alguma fonte externa da potência tem que ser aplicada para iniciar o movimento. Os aviões de papel são um exemplo óbvio, mas há muitos outros tipos de planadores. Alguns planadores são pilotados e rebocados para o alto por um outro avião, e a seguir são deixados livres para deslizar em distâncias longas antes de aterrar. Uma vez no alto, a energia cinética é responsável pelo impulso, mas ela para se manter gasta energia potencial. No entanto os planadores recorrem também a uma outra fonte de energia disponibilizada pela natureza: as correntes de ar ascendente que fazem o planador ou avião ganhar energia potencial sem perda de energia cinética e assim se manterem mais tempo no ar sem uso de motores.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Prece de Invocação do Arquiteto Supremo do Universo



ARQUITO SUPREMO DO UNIVERSO! Fonte única de todo o Bem e de Toda Perfeição. Tu, que sempre quiseste e obraste pelo bem do Homem e de todas as Tuas criaturas! Nós te damos graças pelos teus benefícios paternais e Te conjuramos, todos juntos, a concedê-los sem cessar a cada um de nós, segundo a Tua visão e de acordo com as suas necessidades. Expande sobre todos os nossos irmãos e sobre nós a Tua Luz celestial. Fortifica em nossos corações o amor pelos nossos deveres a fim de que nós os observemos fielmente. Possam as nossas assembléias ser fortalecidas em sua união pelo desejo de Te agradar e de nos tornar úteis aos nossos semelhantes. Que elas sejam para sempre a morada da Paz e da Virtude e que a cadeia de uma amizade perfeita e fraterna seja doravante tão forte entre nós, que NADA POSSA JAMAIS ALTERAR! Assim Seja!

domingo, 6 de março de 2011

WINGWALKING


Wingwalking é um show aéreo realizado com manobras acrobáticas que emocionam o público resultando num maravilhoso “ballet” aéreo. O wingwalker permanece em cima da asa da aeronave acrobática  para a admiração de todos.



A única WingWalker brasileira, a paulista Marta Lúcia Bognar, que realiza apresentações de Wingwalking sob a asa de seu Grumman ShowCat, um biplano especialmente preparado para esse tipo de apresentação. No comando da aeronave Pedrinho Mello, companheiro de Marta na equipe que se apresenta em diversos shows aéreos pelo Brasil e exterior.
A dupla faz parte da equipe “Brazilian Wingwalking Airshow”, única do tipo na América Latina. No mundo todo existem apenas umas 20 equipes que realizam esse tipo de apresentação.

Durante a apresentação, que dura 15 minutos, Marta decola sentada no assento dianteiro do ShowCat, e logo após algumas manobras para saudar o público, ela solta seu cinto de segurança e começa a subir em cima da aeronave, onde permanece durante todas as manobras acrobáticas feitas pela aeronave, tudo com a mais alta segurança.



*Credito das fotos :  Roberto Valadares Caiafa


A aeronave ShowCat (PP-XDI) recebeu o apelido carinhoso de “Branco Ventania”

Para quem quiser maiores informações sobre a equipe de wingwalking do Brasil, o site oficial é: www.wingwalking.com.br
Credito das fotos :  Roberto Valadares Caiafa