terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ANO NOVO E A MAÇONARIA.

 

O calendário maçônico é a maneira particular utilizada pelos maçons para numerar os anos e designar os meses.

O ano um do calendário maçônico é o Ano da Verdadeira Luz - Anno Lucis em Latim. Ele marca o início da Era da Verdadeira Luz (VL). Antes que o Anno Lucis aparecesse a partir do século XVIIIe nos documentos ingleses, os temos Anno Masonry e depois Anno Latomorum , Anno Lithotomoru ou Anno Laotomiae (Era dos Cortadores de Pedra)1. A datação do Ano da Verdadeira Luz seria baseada nos cálculos de James Ussher, prelado anglicano nascido em 1580 em Dublin. Ele tinha desenvolvido uma cronologia começando com a criação do mundo segundo o Genesis que ele estimava em 4000 A.C. baseandose no texto Massorético ao invés da Septuaginta 2.

O Pastor Anderson a defendeu em suas Constituições de 1723 para afirmar simbolicamente a universalidade da Maçonaria através da adoção de uma cronologia supostamente independente de particularidades religiosas, pelo menos no contexto britânico da época . A data escolhida para o início da Era maçônica é 4000 antes da Era Comum.

O ano maçônico tem a mesma duração do ano gregoriano, mas começa em 1o de Março como o ano Juliano ainda em vigor na época da redação das Constituições de Anderson. Ela tomou o milésimo do ano gregoriano em andamento e aumentou 4000, os meses são designados apenas por seus números ordinais.
  • Exemplos:
    • 29 de Fevereiro de 2004 era o 29o dia do 12o mês do ano 6004 da Verdadeira Luz
O ano maçônico tem duas festas: São João de Verão (João Batista, comemorado em 24 de junho) e São João de Inverno (João Evangelista, comemorado em 27 de Dezembro), coincidindo simbolicamente com os solstícios.

Fonte :Wikipedia

domingo, 21 de outubro de 2012

Ipê Aeronaves, fábrica quer liderar ramo de aviões leves.

 
É em um insuspeito barracão de madeira no bairro Bigorrilho, em plena região central de Curitiba, que a Ipe Aeronaves planeja fabricar quarenta aviões por ano. Uma produção que seria capaz de elevar a empresa ao posto de líder na montagem de aeronaves de dois lugares no Brasil até 2016.
O plano ambicioso tem como base uma tecnologia desenvolvida pela própria empresa em que os custos são reduzidos pela metade. O sistema de produção, batizado de “One Shot”, se caracteriza pela montagem simplificada dos modelos. A cauda de um avião normalmente é constituída de seis peças; nesse sistema, são apenas quatro. “Conseguimos diminuir em 70% os custos com mão de obra e oferecemos uma aeronave mais barata que as importadas”, explica João Carlos Boscardin, proprietário da Ipe. O Sidus, primeiro avião construído neste sistema, custa R$ 150 mil, enquanto os concorrentes saem por US$ 180 mil (mais de R$ 360 mil).
Fruto de um investimento de R$ 3,6 milhões, a pesquisa que deu origem ao avião é apenas um dos projetos da Ipe. Há ainda um avião agrícola aguardando certificação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e o plano de desenvolver um modelo de 14 lugares para passageiros. “Enquanto os Estados Unidos têm 14 mil aviões para pulverização, aqui temos apenas 1,7 mil. No transporte de passageiros, são 2,8 mil aeródromos regionais, mas que são usados em menos de 20% de sua capacidade”, diz Boscardin.
O empresário espera que o Sidus movimente o caixa da Ipe para que a fábrica possa fazer seus outros projetos decolarem. A expectativa se baseia na criação da uma nova categoria da Anac para aviões de instrução. De acordo com as novas regras, os modelos usados para essa finalidade devem ser mais leves, passando de 750 quilogramas-força (kgf) para 600 kgf. O Sidus foi umas das primeiras aeronaves dessa categoria certificadas pela agência reguladora.
O próprio método de montagem, em fase de registro da patente, pode ser objeto de exportação da empresa local. “Planejamos negociar a nossa tecnologia também”, afirma Boscardin.
Anos de voo
Nem sempre a sede da Ipe passou despercebida para os pedestres na Rua Jerônimo Durski. Antes de os muros da fábrica terem sido levantados, há 20 anos, os vizinhos conseguiam ver os modelos sendo pintados no jardim de 10 mil metros quadrados da fábrica. “Chamava atenção principalmente das crianças. Todo mundo sabia que aqui montávamos aviões”, relembra Boscardin.
Na época, a empresa curitibana era o principal fabricante de planadores do Brasil. Graças a uma concorrência vencida durante o governo militar, a Ipe tornou-se a fornecedora oficial de planadores do governo federal – 70% dos modelos ainda em uso no país foram montados no Bigorrilho. O conhecimento adquirido desde então contribuiu para o desenvolvimento dos novos modelos, diz Boscardin: “É mais fácil quando entendemos a dinâmica do voo. A nossa tecnologia pôde evoluir junto com a própria tecnologia aeronáutica”.
 
 
 
 

sábado, 18 de agosto de 2012

Fete de L'aerodrome granville breville.

UMA AULA DE DIREITO.



Quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, após uma pequena pausa, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila.
- Qual o seu nome, filho?
- Juan, senhor. (Respondeu-lhe prontamente o aluno).
- Saia de minha aula Juan e não quero que volte nunca mais! (gritou o professor).
Desconcertado, Juan recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos nos ficamos envolto por um pesaroso silêncio; estávamos na verdade indignados  mas ... ninguém falou nada.
Logo em seguida, o professor perguntou à classe:
- Para que servem as leis?
Assustados, começamos a responder:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade, disse alguém.
- Não! respondeu o professor.
- Para cumprí-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!  Será que ninguém vai saber me responder?
- Para que haja justiça. (falou timidamente uma garota).
- Ufa ! Até que enfim!
- É isso mesmo:-  Para que haja justiça !
  E continuou:
- Para que serve a justiça?
Mesmo incomodados pelo comportamento grosseiro do professor, respondemos:
- Para salvaguardar os direitos humanos.
- Muito Bem; e o que mais?
- Para mostrar a diferença entre o certo e o errado.
- Para premiar a quem faz o bem.
- Não está nada mal ! (comentou o professor).
- Agora me respondam:-
   “Agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?”
- Todos ficamos calados.
- Quero que todos respondam ao mesmo tempo!  “Sim ou Não?”
- Não!(foi a resposta dada em Uníssono)
- “Poderia se dizer que cometi uma injustiça?”
- Sim! (foi a resposta em côro)
- Então por que ninguém fez nada?
  “Para que servem as leis se não nos dispomos a colocá-las em prática?”
- Tenham sempre em mente:-
 “Todos nós temos o dever de reclamar quando presenciarmos uma injustiça.”
- Após uma pausa mais demorada, acompanhada de um profundo silêncio, o professor
 olhou em sua volta e dirigindo-se a mim ordenou:
- Vá buscar o Juan !
Naquele dia recebemos a lição mais importante do curso de Direito:
Quando não defendemos nossos direitos,
perdemos a dignidade.
(pena que o Juan perdeu parte da aula)

Enviado pelo Ir.’.  Gil Cesar de Souza